MBA em Governança, Integridade e Gestão de Riscos na Administração Pública

O curso MBA em Governança, Integridade e Gestão de Riscos na Administração Pública da Fagammon, considera os desafios da Administração Pública diante das intensas transformações e demandas da sociedade contemporânea, que vêm exigindo um Estado cada vez mais eficiente no alcance dos objetivos de interesse público.

 

O Plano Diretor da Reforma do Estado elaborado pelo Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado na década de 1990 representou um importante passo para o aprimoramento da administração pública no Brasil, buscando-se implementar uma cultura gerencial e de valorização da eficiência, da qualidade na prestação de serviços públicos e do interesse público.

 

A Reforma do Estado nessa década representou uma forma de defender o Estado enquanto res publica, de todos e para todos. Entre os objetivos do Plano Diretor da Reforma do Estado na década de 1990, destaca-se o de aumentar a governança do Estado, ou seja, sua capacidade administrativa de governar com eficiência e efetividade, voltando a ação dos serviços do Estado para o atendimento dos cidadãos.

 

Ocorre uma maior valorização do planejamento, do estabelecimento de metas e da busca por maior eficiência na utilização dos recursos, sejam eles humanos, financeiros, materiais, de informação e conhecimento, a fim de se promover o bem-estar social. Entretanto, percebe-se que o Plano Diretor da Reforma do Estado de 1995 conseguiu promover mudanças mais na gestão do que na governança dos órgãos públicos.

 

Somente na década de 2010, a partir do resultado de auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) na área de Governança de TI, que se desenvolveram para outras áreas, é que se percebem, de forma mais clara e objetiva, ações de melhorias nas práticas de governança pública no país.

 

A partir de então, amplia-se a compreensão dos gestores públicos, de que a governança no setor público é a forma de garantir que a busca pelo interesse público e a promoção do bem-estar social seja sempre o propósito de toda instituição pública. Observado todos os princípios que regem a administração pública, a governança deve primar pela utilização racional dos recursos públicos, de modo a garantir que o máximo de cidadãos possam receber os serviços públicos com qualidade, ao menor custo possível.

 

Diante do exposto, evidencia-se a grande importância da Governança Pública e de sua implantação nas diversas esferas da Administração Pública, sejam elas Federais, Estaduais ou Municipais. Nesse sentido, a Faculdade Presbiteriana Gammon, alicerçada em seu projeto de educação, resultado de mais de 30 anos de experiência educacional, apresenta em seu mais novo curso, a fim de contribuir com o desenvolvimento da Governança Pública regional e nacional.

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Coordenação do Curso

Adriano Higino Freire

Possui Mestrado em Administração pela Universidade Federal de Lavras - UFLA, pós-graduação Lato Sensu em Controladoria e Finanças Empresariais pela UFLA e graduação em Administração pela Faculdade Presbiteriana Gammon 

adriano.freire@fagammon.edu.br

Nossa Estrutura

 
 
 

Sobre o Curso

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Público-Alvo

• Servidores e funcionários dos poderes executivo, legislativo e judiciário da administração pública federal, estadual e municipal.

• Stakeholders de órgãos da Administração Pública.

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Infomações complementares

• Carga Horária

360 horas

• Modalidade

Presencial

• Número de Vagas 

100

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Duração do Curso

• Aulas presenciais por meio de 24 encontros quinzenais: 12 meses

• Orientação e defesa de TCC: 4 meses

 

• Eventuais ajustes de TCC: 2 meses

Integralização do curso: até 18 meses

Perfil e Competências do Egresso

Perfil

 

O perfil esperado do egresso do curso de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presencial MBA - Governança, Integridade e Gestão de Riscos na Administração Pública da Fagammon, expressa um conjunto coerente e integrado de conteúdos (saber), competências (saber fazer), habilidades (saber fazer bem) e atitudes (querer fazer), que inclui as capacidades fundamentais e que seja coerente com o ambiente profissional para o qual o egresso será preparado, seja ele local, regional, nacional ou global.

 

Competências

 

I. Integrar conhecimentos fundamentais aos agentes públicos e stakeholders da administração pública - Para além de apenas deter conhecimentos fundamentais, o egresso deve ser capaz de integrá-los para criar ou aprimorar de forma inovadora os modelos governança pública, para que sejam sustentáveis nas dimensões sociais, ambientais, econômicas e culturais. Entre os conhecimentos fundamentais incluem-se os de Fundamentos de Administração e Administração Pública, Custos, Sistemas de Informações Gerenciais, Gerenciamento de Processos, Planejamento Estratégico, Integridade, Prestação de contas, Transparência, Gestão de Riscos e Controles, e outros que sirvam às especificidades do curso.

 

II. Abordar problemas e oportunidades de forma sistêmica - Compreender o ambiente, modelar os processos com base em cenários, analisando a inter-relação entre as partes e os impactos ao longo do tempo. Analisar problemas e oportunidades sob diferentes dimensões (humana, social, política, ambiental, legal, ética, econômico-financeira).

 

III. Analisar e resolver problemas - Formular problemas e/ou oportunidades, utilizando empatia com os usuários das soluções, elaborar hipóteses, analisar evidências disponíveis, diagnosticar causas prováveis e elaborar recomendações de soluções e suas métricas de sucesso passíveis de controle.

 

IV. Ter prontidão tecnológica e pensamento computacional - Compreender o potencial das tecnologias e aplicá-las na resolução de problemas e aproveitamento de oportunidades.

 

V. Gerenciar recursos - Estabelecer objetivos e metas, planejar e priorizar ações, controlar o desempenho, alocar responsabilidades, mobilizar as pessoas para o resultado.

 

VI. Comunicar-se de forma eficaz - Compartilhar ideias e conceitos de forma efetiva e apropriada à audiência e à situação, usando argumentação suportada por evidências e dados, deixando claro quando suportada apenas por indícios, com a preocupação ética de não usar dados para levar a interpretações equivocadas.

 

VII. Aprender de forma autônoma - Ser capaz de adquirir novos conhecimentos, desenvolver habilidades e aplicá-las em contextos novos, sem a mediação de professores, tornando-se autônomo no desenvolvimento de novas competências ao longo de sua vida profissional.